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Mapa da projeção de impactos na pesca marítima

O mapa acima mostra a alteração no potencial máximo de captura de pescado até 2100, em um cenário de baixas emissões de gases de efeito estufa. A projeção foi realizada através do uso de modelos computacionais pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO, na sigla em inglês.

Devido ao aquecimento global, projeta-se que o potencial máximo total de captura nas zonas econômicas exclusivas mundiais irá diminuir. No cenários de baixas emissões, a queda deverá ser entre cerca de 3% a 5% em comparação com o ano 200.

As projeções do cenário de altas emissões de gases de efeito estufa, apresentado no mapa a seguir, mostram uma queda do pescado bem mais expressiva, entre aproximadamente 16% e 25% até 2100 em comparação com o ano 2000.

As mudanças projetadas variaram de acordo com a região. As zonas marinhas que registraram as maiores reduções foram aquelas dos países tropicais, em especial no sul do Pacífico. Mas a captura potencial também poderá cair significativamente em áreas do nordeste do Atlântico.

Segundo o estudo da FAO, as zonas de alta latitude e mais próximas aos pólos experimentariam as menores reduções no potencial de captura. Ou, em alguns caso, mesmo um pequeno aumento. Seria o caso do oceano Antártico e das zonas econômicas exclusivas do Canadá, da Groenlândia, da Noruega e da Rússia.

As projeções indicaram que, quanto menor o aquecimento global, menor o impacto sobre a pesca marítima.

Fonte e gráfico: FAO/ Impacts of climate change on fisheries and aquaculture

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