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Imagem da geleira Muir, no Alasca

O aquecimento global representa a tendência de acúmulo de energia no sistema climático devido à intensificação do efeito estufa da atmosfera. Uma das consequências do aquecimento é a retração das massas de gelo ao redor do planeta.

Calotas polares e geleiras ao redor do mundo respondem à maior disponibilidade de energia e diminuem de tamanho. O processo de retração tem sido monitorado por instrumentos de medição em satélites. Mas também se tornam visíveis através de fotos históricas de um mesmo local, comparando a cobertura de gelo do passado com aquela do tempo mais recente.

É o caso da geleira Muir, no Alasca. Como diversas outras geleiras da região, ela está derretendo e recuando desde o século XIX a taxas aceleradas. Na imagem acima, compara-se fotografias da geleira realizadas, do mesmo ponto, em 1941 – em preto e branco – e no ano de 2004.

Fica fácil de ver que, se em 1941 a geleira ocupava o vale inteiro, ela havia desaparecido de lá em 2004. Além disso, a espessura da geleira diminuiu significativamente – ela ficou cerca de 800 metros menor.

Estima-se que, entre 2003 e 2010, as geleiras do Alasca perderam em média 46 gigatoneladas de gelo todos os anos.

Fonte e imagem: NASA

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