Press "Enter" to skip to content

Gráfico do derretimento da calota polar da Groenlândia

Desde 1992, tem havido uma revolução na capacidade de quantificar a contribuição do gelo terrestre para o aumento do nível do mar, indica estudo de cientistas de universidades da Alemanha, Holanda e Reino Unido.

Isso se deu por causa de uma variedade de tecnologias de satélites. E desde a publicação do último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC, na sigla em inglês -, em 2013, diversos levantamentos sobre as geleiras e calotas polares do planeta foram publicados.

O estudo avaliou e sintetizou os resultados publicados desde o último relatório do IPCC. O objetivo foi elaborar uma estimativa consistente das tendências da criosfera entre 1992 e 2016. Para tanto, os cientistas combinaram observações de múltiplas pesquisas anteriores.

No gráfico acima, apresenta-se uma comparação do balanço de massa da calota polar da Groenlândia produzido por distintos levantamentos. Em resposta ao aquecimento global, o estudo constatou que uma tendência acelerada de perda de massa da calota polar entre 1992 e 2016.

Somente nos últimos cinco anos, a calota polar da Groenlândia teria respondido por 37% de toda a massa de gelo global perdida. Isso corresponderia a aproximadamente 247 gigatoneladas por ano. O volume de água formado pelo derretimento nesse período contribuiu para um aumento de 0,69 mm por ano do nível médio do mar. 

Mais informações: The land ice contribution to sea level during the satellite era
Gráfico: figura 4 do estudo

%d blogueiros gostam disto: