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Gráfico das emissões do Rio Grande do Sul

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado do Rio Grande do Sul entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

As emissões do Rio Grande do Sul estão concentradas no setor da agropecuária. Entre 1990 e 2001, as emissões totais do estado ficaram relativamente estáveis, por volta de 66 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A agropecuária respondia por aproximadamente 65% desse total.

Entre 2002 e 2008, dispararam as emissões do setor de mudança da terra e floresta. Elas cresceram quase 20 vezes, levando ao pico das emissões em 2008 – aproximadamente 125 milhões de toneladas de CO2 equivalente, ou cerca do dobro observado na década anterior.

Entre 2009 e 2016, reduzem um pouco as emissões da mudança da terra e floresta. Entretanto, somadas ao crescimento das emissões principalmente dos setores da agropecuária, energia e resíduos, fizeram com que o total em 2016 fosse cerca de 70% maior do que em 1990.

O Rio Grande do Sul emitiu em 2016 cerca de 106 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Foi o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa entre todos os 26 estados brasileiros.

Fonte: SEEG

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