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Gráfico das emissões do Amazonas

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado do Amazonas entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

No caso do estado do Amazonas, as emissões são amplamente dominadas pela mudança de uso da terra e floresta. Desde 1990, o estado parece alternar longos períodos de emissões moderados com picos anuais abruptos.

Destaque para os anos de 1995, 2003 e 2004, que ultrapassaram a marca de 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente, seguidos de perto por 2016.

Pode-se notar também que na segunda metade do período entre 1990 e 2016, o Amazonas passou a registrar emissões consistentemente mais alta do que na primeira metade. O estado mostra uma tendência de crescimento das emissões.

Em 2016, o Amazonas foi responsável por cerca de 97 milhões de toneladas de CO2 equivalente, consistindo no oitavo maior emissor de gases de efeito estufa entre todos os 26 estados brasileiros.

Gráfico: SEEG

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