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Gráfico das emissões de São Paulo

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado de São Paulo entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

No começo da década de 1990, as emissões do estado de São Paulo vinham predominantemente dos setores da agropecuária e de energia. Mas os demais setores – mudança de uso da terra e floresta, processos industriais e resíduos – também apresentavam participação relevante.

São Paulo emitiu em 1990 aproximadamente 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente, constituindo naquele ano o quinto maior emissor entre todos os estados brasileiros.

Ao longo de todo o período, registra-se uma tendência de crescimento gradual das emissões de gases de efeito estufa. O aumento se deu em função dos setores de energia e de resíduos. O primeiro experimentou um crescimento por volta de duas vezes na quantidade de emissões.

De cerca de 39 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 1990, as emissões ligadas à energia subiu para cerca de 85 milhões em 2016.

Por sua vez, o setor de resíduos triplicou a quantidade de emissões, de aproximadamente 9 milhões para 27 milhões de toneladas de CO2 equivalente.

São Paulo emitiu em 2016 cerca de 159 milhões de toneladas de CO2 equivalente, ocupando a sexta posição entre todos os estados do Brasil.

Fonte: SEEG

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