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Gráfico das emissões de Pernambuco

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado de Pernambuco entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

Além deles, em Pernambuco há uma contribuição relevante dos setores de energia e de resíduos.

As emissões totais do estado subiram aproximadamente 100% entre 1990 e 2008. Passaram de cerca de 12 milhões para cerca de 24 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Elas caíram abruptamente em 2009, mas a partir do ano seguinte voltaram a subir.

Se entre 1995 e 2008, com ênfase no período após 2002, a mudança de uso da terra e floresta respondeu pela maior quantidade de emissões de gases de efeito estufa, o setor de energia passa a dominar a partir de 2010.

Em 2016, Pernambuco foi responsável por cerca de 24 milhões de toneladas de CO2 equivalente, consistindo no vigésimo maior emissor entre todos os 26 estados brasileiros. Em 1990, o estado emitia a metade – 12 milhões de  CO2eq. 

Fonte: SEEG

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