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Gráfico das emissões de Minas Gerais

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado de Minas Gerais entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

No caso do estado de Minas Gerais, entre 1990 e 2002 as emissões estavam distribuídas por quatro principais setores: agropecuária, mudança de uso da terra e floresta, energia e processos industriais. Nesse período, as emissões subiram quase 30%.

Em 2003 registra-se um salto da contribuição do setor de mudança de uso da terra e floresta, fazendo com que as emissões totais mais que dobrassem. O estado alcançaria o pico de emissões em 2007, liberando cerca de 287 milhões de toneladas de CO2 equivalente.

A partir de 2009, a participação do setor de mudança de uso da terra e florestas diminui, mas não aos patamares observados no início do período.

Todos os outros setores experimentaram um crescimento relevante e contínuo entre 1990 e 2016. As emissões da agropecuária subiram cerca de 25%, as emissões dos setores de energia e de processos industriais duplicaram, enquanto que as do setor de resíduos triplicaram.

Como resultado, Minas Gerais ocupa uma posição de liderança como um dos maiores emissores de gases de efeito estufa entre todos os 26 estados brasileiros. Lista-se, em geral, entre os cinco primeiros. Em 2016, suas emissões somaram aproximadamente 212 milhões de toneladas de CO2 equivalente – correspondendo ao terceiro lugar.

Gráfico: SEEG

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