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Gráfico das emissões de Goiás

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado de Goiás entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

No estado de Goiás, a agropecuária e a mudança de uso da terra e floresta também constituem as principais fontes de gases de efeito estufa. Entre 1990 e 2008, o estado registrou um crescimento significativo das emissões ligadas à mudança da terra.

Como resultado, o ano de 2008 representou o pico de emissões de Goiás, totalizando cerca de 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A partir desse ano, as emissões da mudança de uso da terra e floresta caíram pela metade, e com isso também as emissões.

O crescimento do setor da agropecuária se manteve inalterado em todo o período, subindo cerca de 38% entre 1990 e 2016. Apesar da pequena contribuição, o setor de resíduos apresentou o aumento mais significativo, de mais de 4 vezes, na quantidade de emissões, seguido do setor de energia.

Em 2016, Goiás emitiu por volta de 87 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Foi o 11o maior emissor de gases de efeito estufa entre todos os 26 estados brasileiros.

Gráfico: SEEG

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