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Gráfico das emissões da Bahia

O gráfico acima apresenta o inventário das emissões brutas de gases de efeito estufa do estado da Bahia entre os anos de 1990 e 2016. Os dados incluem as emissões de todos as fontes consideradas no inventário oficial elaborado pelo governo brasileiro.

O órgão responsável pela elaboração do inventário é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI -, que coordena a implementação da Convenção sobre Mudanças Climáticas no país.

As fontes de emissão brasileira se concentram em dois setores interligados: a agropecuária, indicada na cor amarela, e a mudança de uso da terra e floresta, de cor verde.

Entre 1990 e 2002, as emissões do estado da Bahia eram provenientes principalmente da agropecuária e da mudança de uso da terra e floresta, com pequena participação da energia.

A partir de 2003, cresceram significativamente as emissões associadas à mudança de uso da terra e floresta. O setor de energia também aumentou sua contribuição. Como resultado, as emissões da Bahia nesse período praticamente dobraram em comparação com o período anterior.

Se entre 1990 e 2002 as emissões anuais do estado variaram entre aproximadamente 63 e 83 milhões de toneladas de CO2 equivalente, entre 2003 e 2016 as menores emissões anuais observadas foram de cerca de 110 milhões de CO2eq.

O pico de emissões ocorreu em 2016, quando a Bahia liberou para a atmosfera quase 198 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Foi o quarto maior emissor de gases de efeito estufa entre todos os 26 estados brasileiros.

Gráfico: SEEG

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