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Eventos climáticos extremos mais intensos e frequentes

No vídeo acima (em inglês), o professor de Ciências Atmosféricas Michael Mann, de uma universidade dos Estados Unidos, explica como o aquecimento global tem influenciado a ocorrência de eventos climáticos extremos.

Ao longo do ano de 2018, o Hemisfério Norte do planeta experimentou enchentes no Japão, ondas de calor recorde na América do Norte, Europa e Ásia, incêndios florestais no Canadá, na Grécia e até mesmo em partes do Ártico.

Além da pior temporada de incêndios já registrada no estado da Califórnia, Estados Unidos.

Estudo de um time internacional de cientistas identificou que o aumento das temperaturas no Ártico afeta uma corrente atmosférica de ventos ao redor do círculo ártico. Os eventos registrados em 2018 estiveram ligados à alteração da trajetória dessa corrente atmosférica.

De acordo com os modelos climáticos, a tendência irá se intensificar à medida que sobem as concentrações atmosféricas de gases de efeito estufa. Eventos extremos do clima podem ficar de 50% a três vezes mais freqüentes até 2100, dependendo do cenário de emissões futuras.

Umas das incertezas diz respeito à quantidade de aerossóis presentes na atmosfera. Essa partículas podem minimizar os efeitos do aquecimento, ao refletir uma fração de luz solar de volta ao espaço.

As projeções indicam que os eventos extremos podem se tornar bem mais severos no futuro, caso as emissões de gases de efeito estufa não sejam reduzidas.

Fonte: Universidade da Pennsilvânia

Informações científicas e recursos audiovisuais sobre o aquecimento global, o efeito estufa e as mudanças climáticas
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