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Gráficos da medição do efeito estufa

Os gráficos acima mostram duas medições realizadas por satélite da radiação infravermelha emitida pela Terra. A primeira medição ocorreu em 1970, a segunda em 1997.

Ambas as medições são apresentadas pelo gráfico superior (a). A linha cinza clara mostra o levantamento de 1970 (indicado pela sigla IRIS), quando as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono – CO2 – totalizavam 323 partes por milhão – ppm.

A linha preta traz o levantamento de 1997 (indicado pela sigla IMG), quando as concentrações atmosféricas de CO2 haviam subido para 367 ppm.

A unidade considerada nos gráficos é a temperatura média de emissão, calculada no período de abril a junho para um conjunto selecionado de regiões. Consiste em uma função do número de onda por cm-1, sendo indicadora da quantidade de radiação infravermelha emitida.

O gráfico inferior (c) mostra a diferença de emissão entre 1970 e 1997. Verifica-se que no ano mais recente foi registrada uma menor emissão de radiação infravermelha. A diferença se concentra em alguns intervalos de comprimento de ondas.

Eles correspondem ao comprimento de onda absorvida por gases de efeito estufa, como o CO2, o CFC e o metano CH4. As medições mostras, dessa forma, que o aumento da concentração atmosférica dos gases intensificaram o efeito estufa.

O resultado: menor emissão de energia pelo planeta de volta ao espaço.

Fonte: Universidade de Washington
Gráfico: Harries et al (2001)

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